Mesmo que você não caia na minha cantada. Mesmo que você conheça outro cara. Na fila de um banco. Um tal de Fernando. Um lance, assim, sem graça. Mesmo que vocês fiquem sem se gostar. Mesmo que vocês casem sem se amar. E depois de seis meses. Um olhe pro outro, e aí, pois é, sei lá. Mesmo que você suporte este casamento. Por causa dos filhos, por muito tempo. Dez, vinte, trinta anos. Até se assustar com os seus cabelos brancos. Um dia vai sentar numa cadeira de balanço. Vai lembrar do tempo em que tinha vinte anos. Vai lembrar de mim e se perguntar. Por onde esse cara deve estar? E eu vou estar te esperando. Nem que já esteja velhinha gagá. Com noventa, viúva, sozinha. Não vou me importar. Vou ligar, te chamar pra sair. Namorar no sofá. Nem que seja além dessa vida. Eu vou estar. Te esperando.
“
| — | Luan Santana. (via casebre) |
Minha poesia
está em teus olhos.
E meu coração,
cabe na palma da tua mão.
está em teus olhos.
E meu coração,
cabe na palma da tua mão.
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| — | (via bau-de-recordacoes) |
Quando o céu ficar escuro e começar a chover, a gente caminha junto pra cima das nuvens, quando as noites frias chegarem a gente se abraça entre um carinho e outro, e quando a escuridão tomar a noite e apagar as estrelas, você sorri pra mim.
“
| — | O Contador. (via passaropreto) |
Pular no teu ombro. Subir nas tuas costas. Te machucar de algum jeitinho o tempo todo. Fitar teu sorriso, teu cabelo, cada piscadela do teu olho. Te ver sentado no sofá, ver o espaço vazio do lado e mesmo assim preferir o teu colo. Passar a mão por entre os teus fios de cabelo. Preencher o espaço que existe por entre os meus dedos com os teus dedos. Te fazer cócegas. Te fazer rir, sorrir. Suspirar ao ouvir tua voz. Suspirar ao sentir o toque do beijo teu. Fechar os olhos e sorrir ao lembrar de cada uma dessas coisas.
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| — | Roberta Vicente. (via descrevendo-a-dor) |


